Publicada em 31/03/25 às 23:03h - 20 visualizações
Simone Frota
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Especialistas são unânimes em considerar a ansiedade como um mal dos tempos modernos. E esse sentimento, provocado por situações diversas, age de forma rápida e impiedosa, com reações em cadeia em todo o mundo. Subestimado por décadas, esse transtorno mental pode inviabilizar a vida social e profissional, mas poucas pessoas se dão conta da situação, deixando de buscar tratamento para aliviar os sintomas antes que cheguem ao limite.
Vários fatores levam atualmente as pessoas - e famílias inteiras - aos consultórios de terapia. Queixam-se de isolamento social, medos, fobias e sensação de impotência em relação ao enfrentamento da rotina diária, quer nos afazeres domésticos, no ambiente de trabalho, no estudo ou compromissos sociais. A verdade é que são cada vez menores os encontros e conversas em família, o riso fluido e descontraído, a sensação de bem-estar e autoestima em dia.
A vida agitada, onde comandos frios fazem (quase) tudo funcionar, pode ser considerada um efeito nefasto da modernidade, facilitando em muito os transtornos de ansiedade. E tudo isso a que preço? Não compartilhar mais os momentos das refeições, das orações, de "jogar conversa fora", dos passeios e do saudável convívio presencial, são exemplos do que aos poucos fomos nos afastando, ainda que inconscientemente.
O problema se agrava quando a ansiedade vai além e começa a prejudicar diretamente as atividades diárias. Tremores, falta de ar e insônia são alguns dos sintomas que indicam um iminente descontrole. Além destas reações físicas, o ansioso tende a pensamentos catastróficos, ou seja, diante de qualquer situação ele espera sempre o pior resultado... Nesse caso, é urgente a busca rápida por ajuda profissional.
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